Durante poucos meses a ilha estava tranquila sobre o domínio de Napoleão, no entanto quando os franceses restabeleceram a escravidão em Guadalupe ficou óbvio que a intenção deles era a mesma. Dessa forma Dessalines e Pétion mudaram de lado novamente e em outubro de 1802 lutaram contra os franceses. Leclerc assim como grande parte do seu exército, morreu de febre amarela no mês seguinte. Assumindo assim Visconde de Rochambeau em seu lugar, que promoveu uma campanha ainda mais violenta. Os franceses foram mais enfraquecidos por um bloqueio naval britânico. Em abril de 1803 Napoleão tendo vendido o território da Louisiana para os Estados Unidos viu-se desinteressado. Dessalines liderou a rebelião até o termino, em 1803 com a derrota francesa.
A Batalha de Vertières foi o último combate da revolução. De um lado os rebeldes liderados por Dessalines e do outro o exercito colonial francês liderado pelo Visconde de Rochambeau. No dia 1º de janeiro de 1804 foi declarada oficialmente a independência de Arawak, que passou à chamar-se de Haiti.
Após a Independência
Apesar da vitória o país foi muito prejudicado por anos de guerra. Dessalines continuou como chefe do novo governo. Com o fim da revolução haitiana houve o fim do colonialismo no Haiti, mas os conflitos sociais continuaram.
Thomas Jefferson não quis reconhecer a independência do Haiti, sob pressão da França e da Espanha. O congresso dos EUA proibiu o comércio com o Haiti. Para o reconhecimento francês da independência o Haiti precisaria fazer reparações aos donos de escravos francês, falindo assim o tesouro do Haiti. Após 60 anos o país foi reconhecido pelo vaticano e só durante o governo de Abraham Lincoln que isto foi feito pelos Estados Unidos.
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